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Posts Tagged ‘joelho’

Vocês se lembram??

Pois ele hoje, um ano e quatro meses depois, ganhou nota DEZ! 🙂

Yessssss, tive alta, estou liberada, free, leve, solta!

Só não posso correr meia maratona, mas fora isso, me chama que eu vou!

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** Só pra reSistrar **

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Meu joelho novo fez 1 ano no domingo.
Ele ainda não está liberado para todas as atividades, mas vai muito bem, obrigada.

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Dia do dever cumprido

234 dias e muitas (muitas MESMO) sessões de fisioterapia depois, tive alta.

A sensação? Estranha.

Boa, pelo dever cumprido, por ver que eu estou quase 100% recuperada (isso só depois de uns meses de treinamento pesado na academia), por ver que esse sacrifício todo valeu a pela e que minha qualidade de vida é melhor agora. Não só pelo joelho em si, mas por uma série de mudanças de hábitos que fizeram eu me enxergar de outra forma, por uma série de questionamentos que eu me fiz nesse tempo todo de reclusão, e pelas respostas que eu encontrei. Pelas dúvidas que eu tive, pelos “testes”, pelas evidências, pela perda da ilusão. E embora eu pareça estar uma pessoa mais dura e mais fria, acho que isso era necessário, como forma de proteção, pra passar por tudo sem deixar os ombros desabarem.

Por outro lado, estou me sentindo um pouco tristonha, porque eu passei quase um ano convivendo com as mesmas pessoas, ótimas pessoas, extremamente competentes, que, como ninguém, entendiam o que se passava comigo. Pessoas que me viram chorar (e como), de dor física e emocional. Que falavam um monte de besteiras pra eu esquecer que doía tentar dobrar o joelho e que doía ficar sozinha. Pessoas que me fizeram sorrir (e muito), com quem eu dividi um monte de alegrias desses últimos meses. E aí agora eu vou ficar com saudade delas.

Pelo menos fui uma moça comportada e não abri o berreiro. Muito pelo contrário: sorri. Sorri e agradeci.

Agora é partir para a fase dois, e eu espero que esta transição ABBR-academia não seja muito traumática…

IUPPI!!!!!!!!!!!!!

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192 dias e semi-alta, volta ao trabalho ainda não doeu, o corpo dói, a máquina de costura está com teia de aranha e eu tô com fome.

É isso.

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Banzo pós-maratona de provas
Nunca mais repito isso. Duas provas longas no mesmo dia é quase suicídio. Você faz a primeira preocupada com a hora da segunda, e faz a segunda morta de cansaço. O raciocínio vai pro brejo (não que isso seja exatamente necessário), a concentração vai pro brejo, a paciência vai pro brejo, e tudo o que você estudou vai pro brejo junto. E os vírus e bactérias mais espertinhos tomam conta de você…

Sorte
Pelo menos em casa me esperando tinha ele, um sorriso e um mooooontão de amor. Ô sorte!
:-)))

Concursos pra quem?
Minha tese está comprovada: não querem ninguém que raciocine. Eles não querem ninguém que seja efetivamente capaz de resolver problemas, ou de questionar. Eles querem alguém que seja capaz de decorar um manual, aquele mesmo que estará sempre à mão na gaveta. Vou ter que me adaptar.
Aliás, não consegui trazer nenhuma das duas provas, mas como a primeira era pequena, eu consegui me lembrar de quase tudo o que eu respondi, e sim, fui bastante bem, melhor do que eu imaginava. Se essa prova fosse daqui a um mês, com a quantidade de material que eu tenho agora em casa e que eu poderia acabar de devorar até lá, eu chegaria muito perto de gabaritar. Sim, há uma luz no fim do túnel. Michele tem razão, minha hora vai chegar.
E a propósito, vou ajudar a anular uma questão. Se enrolaram tanto na decoreba, que não havia nenhuma resposta certa. Percebi isso ontem, e acabei de confirmar.

6 meses
Já se foram seis meses desde que eu passei pela retífica de joelho. Eu achei que a esta altura do campeonato eu já estaria correndo, pulando e sambando. Ainda estou a alguns meses disso, infelizmente. É tudo muito mais lento do que eu poderia imaginar. Foram seis meses meio esquisitos, pra mim e pra todo mundo à minha volta, certamente. Mas tá acabando, já vai passar. Na semana que vem, minha “vida normal” está de volta. Afe…
E até o carnaval, estará tudo no lugar, hehehehe…

Casamento
Casamento de “irmão caçula” é sempre assim?? Quase desidratei! rs
Foi muuuito bom rever amigos, colocar o papo em dia e ser testemunha do amor de pessoas tão queridas.
Tive esperança de que MM se sensibilizasse, mas não colou! Nao custava nada tentar, não é mesmo? (hihihihi)
Ainda não baixei as fotos, mas tem um moooonte.

Intervalo
Esta semana será dedicada a um pouco de descanso (eu mereeeeeeço), acabar as encomendas e organizar a minha vida para a volta ao trabalho.

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Perícia???

Hoje fui fazer perícia para a prorrogação da minha licença. O médico pediu mais 3 meses, porque eu trabalho na conchinchina da parafuseta e ainda não dá pra chegar até lá e nem ficar em pé o dia todo e muito menos ficar sem fisioterapia.

Lá fui eu hoje de manhã. Cheguei cedinho, já sabendo que eu não seria atendida na hora e que teria que esperar, esperar, esperar…

Uma zona aquilo lá, é de arrepiar. Nada é informatizado, você é atendido num balcão de onde é possível ver as pastas dos processos dos servidores caindo pelas estantes, por um grupo de funcionários super mal humorados. Aí você senta e espera chamarem. Depois que te chamam, você sente e espera de novo, mas agora em outro lugar: de frente para várias salinhas que em nada se assemelham a um consultório, com pessoas que você só sabe (ou imagina) que são médicos por causa da roupa branca. Até que seu nome é (de novo) chamado, e você entra na salinha achando que vão olhar seus exames, vão te examinar, perguntar sobre a cirurgia, a recuperação. Aí o Zé Mané na sua frente te olha de cima até embaixo, ignora o que você está falando, não olha seus exames e ainda por cima debocha do laudo do seu médico.

Ao invés dos 3 meses de que eu precisava, ganhei um. E pelo jeito deveria ter ficado feliz com isso, pelo modo com o qual fui tratada. Daqui a um mês tenho que voltar lá de novo e passar por isso outra vez.

Na hora de sair, o “doutor” falou: “quando marcar lá embaixo, pede pra agendarem para uma quarta-feira pela manhã”. Não discuti, desci, e mais uma vez esperei minha vez. Expliquei pro mocinho (simpático, finalmente!) que o médico havia pedido para marcar numa quarta-feira. Ele imediatamente olhou o nome do sujeito e disse: “marque quando for mais conveniente para a senhora”. Aí fiquei com a pulga atrás da orelha: “uhm… mas por que ele então pediu que eu marcasse numa quarta?” A resposta veio rápida, curta e grossa: “porque ele não gosta de trabalhar e quer vir aqui só um dia, o que é injusto com os servidores, já que a ortopedia funciona todos os dias, o dia inteiro”.

Pensei rapidamente com os meus botões e marquei para uma quinta, à tarde. Quem sabe eu não dou sorte, né?

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Dia de aniversário

Hoje meu joelho novo faz 90 dias. Três meses e ele ainda não está pronto pro mundo: ainda faltam pelo menos mais três. Desta vez, a comemoração não vem acompanhada do número de livros que li, dos filmes que vi, dos episódios de LOST, das idas ao cinema, das coisas de artesanato, das visitas. Tudo isso tem acontecido, mas a impressão que eu tenho é que minha vida anda acompanhando o ritmo da minha reabilitação: tudo bem devagar. Embora eu não goste de marasmo, espero que continue assim, porque no que diz respeito à recuperação, tudo devagar, mas bem melhor a cada dia. Tem dias em que as coisas parecem não andar, tem dia que eu tenho a impressão de que vai desandar de vez, mas aí é só ter paciência pra ver que tudo está melhor. Só posso desejar que tudo continue assim. Um obstáculo aqui, outro ali, mas sempre um passo a frente.

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