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Posts Tagged ‘Ciência’

Já chegou!

O novo livro do Dawkins já chegou ao Brasil!

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Na semana que vem já vou garantir o meu exemplar, que, espero, será devidamente autografado na FLIP. 🙂

Mais informações, aqui no site da Companhia das Letras.

Para comprar, veja onde e por quanto aqui.

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3d8fb131-ab3c-4c82-828e-3d796d32b401 Pra quem gosta de estatística, as histórias deste livro tornam a disciplina ainda mais apaixonante. Pra quem não gosta, certamente vai começar a vê-la de uma forma mais descomplicada. O autor conta histórias curiosas e deliciosas sobre o surgimento de teorias e procedimentos estatísticos usados amplamente em qualquer estudo científico. Há particularidades e fatos curiosos (e quiçá divertidos) sobre a vida pessoal e profissional de muitos nomes famosos. Sem números ou fórmulas testes estatísticos são decifrados, e muitas coisas parecem muito mais simples agora.

Recomendo fortemente a leitura.

A sinopse oficial:

Uma leitura intrigante do começo ao fim. O autor conta como a estatística transformou radicalmente os métodos de pesquisa na ciência, aumentando a credibilidade da investigação em diversos campos do saber, tais como a medicina, a política e a publicidade. Tudo de forma leve, partindo de quadros biográficos como o que inspirou o título dessa edição. Um grupo de professores ingleses se reuniu no fim de 1920 para tomar chá numa tarde de verão. O assunto se voltou para uma pergunta curiosa: o gosto do chá muda de acordo com a ordem em que as ervas e o leite são colocados? Essa simples questão resultou em um estudo pioneiro na área. Você vai descobrir como a estatística se transformou na maior revolução científica do século XX e perceber como está presente nos mais diferentes campos de nossas vidas. . Prefácio escrito pelo autor especialmente para a edição brasileira, com os desenvolvimentos da estatística no país.

Mais aqui.

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Para tudo!

dawkins “Você vai enlouquecer”, foi o que eu ouvi hoje de manhã. E pirei na batatinha MESMO.

O caderno Prosa & Verso d’O Globo anunciou hoje que está confirmada a vinda de ninguém menos que Richard Dawkins para a edição da FLIP deste ano. Isso mesmo, o Dawkins de O Gene Egoísta, O Relojoeiro Cego, e do polêmico Deus, um delírio, só para citar alguns dos livros que se tornaram clássicos e obrigatórios na vida de qualquer biólogo. Ah, sim, e em maio sai no Brasil sua mais recente obra, A Grande História da Evolução.

Eu, que só assisto as mesas que não tenho dificuldade pra comprar, eu que não ligo de ver as mesas no telão, serei este ano uma daquelas pessoas alucinadas que fica de madrugada esperando abrir as vendas dos ingressos pela internet para garantir o lugar dentro da Tenda dos Autores. Eu chegarei cedo pra ficar nas primeiras fileiras e, sim, eu ficarei o dia inteiro na fila de autógrafos se for preciso.

Paraty será invadida pelos biólogos. Amém.

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Já comprei o livro!

Aproveitei e comprei esse também.

Já tenho 4 livros na fila pra ler, e o tempo começa a diminuir…

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Dia Mundial da Biodiversidade

Dia da Biodiversidade: taxa de extinção é 100 mil vezes maior que natural

Rio – No Dia Mundial da Biodiversidade, comemorado nesta quinta-feira, 22 de maio, há pouco para comemorar. Estatísticas não faltam: A cada hora, quatro espécies são perdidas no mundo. A cada ano, 13 milhões de hectares de florestas, onde vivem cerca de 2/3 de todas as espécies terrestres, são destruídas – o equivalente a um terço do tamanho da Alemanha. No último século, 3/4 da diversidade genética de plantações foram perdidas. Atualmente, um em cada oito pássaros estão em risco de extinção.

“É uma tarefa de Hércules colocar a comunidade internacional e cada país no caminho certo da sustentabilidade”, disse o ministro do meio ambiente da Alemanha, Sigmar Gabriel, que foi enfático ao afirmar que se este caminho não for seguido, o mundo irá falhar em alcançar a meta. Segundo Gabriel, a taxa de extinção hoje é de cem a mil vezes maior que a natural.

Em Bonn, na Alemanha, mais de cinco mil delegados e chefes de estado tentarão chegar a um acordo sobre como resolver a difícil equação de salvar espécies de plantas e animais das mudanças climáticas e poluição.

A prioridade da 9ª Convenção da Diversidade Biológica (CBD) é criar regras obrigatórias de acesso a recursos genéticos e divisão dos benefícios, um dos seus três objetivos, mas que desde a sua criação, há 15 anos, nunca ganhou um regime internacional. A COP9 iniciou na segunda-feira (19) e segue até o dia 30.

Mudança na mentalidade

O fundador do conselho ético World Future Council, Jakob von Uexküll, pediu aos Governos para fazer “uma mudança radical” em relação à proteção da natureza. O artífice do Nobel Alternativo afirmou que a crise alimentícia mundial é um “apelo de alerta” à comunidade internacional, ao fim do segundo congresso do conselho, que engloba cientistas, políticos e acadêmicos de todo o mundo.

Fundado há um ano, o World Future Council, com sede em Hamburgo (noroeste da Alemanha), é formado por especialistas internacionais e seu trabalho inclui buscar respostas à mudança climática e ao desenvolvimento sustentável das cidades e a agricultura.

“Não podemos continuar vivendo como se não houvesse amanhã. Sem uma mudança de perspectiva, não poderão se alimentar as gerações futuras. Devemos assumir nossa responsabilidade”, afirmou. Jakob von Uexküll afirmou que as leis ambientais “não são de esquerda nem de direitas” e pediu à 9ª Conferência das Partes (COP9) da Convenção de Diversidade Biológica da ONU, realizada em Bonn até o dia 30, a “fundar novas alianças”.

A Conferência das Partes é o órgão máximo da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), primeiro acordo mundial que aborda integralmente todos os aspectos da biodiversidade, desde recursos genéticos até espécies e ecossistemas.

A biodiversidade, no entanto, está em tudo que é produzido no mundo e, por não ter que pagar nada para retirar da natureza tantos produtos e serviços, muitas vezes o homem não enxerga o verdadeiro valor deste bem.(De O DIA ONLINE)
Todas as fotos: @ Flávia Rocha

1. Micoureus paraguayannus (Pontal do Paranapanema, SP)
2. Por do sol no Rio Paranapanema (SP)
3. Mosquinha (Picinguaba, SP)
4. Raízes aéreas do mangue (Picinguaba, SP)
5. Tartaruga Marinha (TAMAR, Ubatuba, SP)
6. Flor (Ubatuba, SP)
7. Retrato de lagarta (Pontal do Paranapanema, SP)
8. Garça na praia (Praia da Fazenda, Picinguaba, SP)
9. Borboleta (San Diego Zoo, EUA)

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O meme

Eu sabia que já tinha ouvido esta palavra em algum lugar, mas em outro contexto. Por isso aquilo me soou tão esquisito. Aí fui pesquisar, claro!

Um meme é como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada. O termo foi criado por Richard Dawkins, no seu brilhante O Gene Egoísta (que eu li num passado remoto e por isso o termo me pareceu familiar), escrito em 1976.

O meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se. Podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma. E viva a Wikipédia!

O negócio é o seguinte. Segundo a tese do Dawkins, possuímos dois tipos de processamento de informações: o genoma, que constitui a natureza biológica de todo ser vivo, e cujos genes são transmitidos de forma sexuada de geração em geração, pela sua replicação; e o cérebro e o sistema nervoso, que permite o processamento da informação cultural, que é transmitida por ensinamentos, imitação ou assimilação, e pode ser uma idéia, um conceito, uma técnica, uma habilidade, um costume etc.

Dawkins observou que as culturas podem evoluir de modo muito similar ao das populações naturais. Entre as gerações podem ser passadas idéias que podem aumentar ou diminuir a sobrevivência dos indivíduos que as obtêm e usam. A esse processo vem associado um mecanismo de seleção daquelas que continuarão a ser passadas às gerações futuras.

Ou seja, para Dawkins os memes também se replicam. A grande diferença em relação aos genes é que enquanto os cromossomos são unidades naturais e independentes de nossas ações, as dimensões culturais são construções nossas.

Um monte de outros autores se debruçou sobre estas teorias do Dawkins (que obviamente são muito mais complexas e discutidas do que um simples parágrafo como o acima), incluindo Edward O. Wilson. Ele adotou o termo “meme” como o melhor nome existente para a unidade fundamental de herança cultural e elaborou sobre o papel fundamental dos memes em unificar as ciências naturais e as sociais no seu livro A unidade do conhecimento: consiliência.

Existe toda uma ciência dedicada ao estudo dos memes, a “memética”. E você que se interessou pacas sobre isso, pode obter mais informações aqui.

(Eu adoro sociobiologia! Aliás, por que não temos mais aula de antropologia e sociologia na faculdade de Biologia, hein?)

Mas na internet, na prática, é só uma corrente mesmo, coisas que você julga serem interessantes e manda pra frente, um questionário que você responde e passa adiante, àqueles amigos que você acha que vão responder. Aí a gente pega emprestado um nome mais sofisticado pra você se sentir meio sem graça de não responder. E a gente acaba respondendo, né? Afinal, ninguém quer deixar um amigo chateado.

E aí, vai responder?

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Leituras recomendadas sobre os memes originais:
O gene egoísta (Richard Dawkins)
A unidade do conhecimento: Consiliência (Edward O. Wilson)

Fontes na internet:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme
http://es.wikipedia.org/wiki/Meme
http://www.logdemsn.com/2007/08/25/o-que-e-meme-como-e-por-que-surgiu/

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Álcool faz machos desejarem machos

Olha que interessante: uma pesquisa sobre efeitos do etanol no comportamento sexual de organismos, desenvolvida por um grupo da Universidade Penn State [que sonoridade!], nos Estados Unidos, mostrou que à medida que o consumo de etanol se torna mais freqüente, machos têm mais vontade de manter relações sexuais com outros machos.
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E não me venha com esta de que já está muito velho pra isso. A pesquisa também mostrou que com o avançar da idade os machos ficam mais “desinibidos” em relação ao mesmo sexo.
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Me pergunto: seria algum desejo enrustido ou apenas a prova daquele sábio pensamento “cú de bêbado não tem dono”?
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A notícia na íntegra você pode ler AQUI e AQUI.
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(Imagem: Bêbado circense, óleo sobre tela de Chico Eduardo)

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