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A ‘festa’ de sábado

Foto41Sábado eu não fui a um show, eu fui a uma festa. Pelo menos esta era a sensação, e acho que não só a minha. Dancei, cantei, pulei, sorri, encontrei pessoas queridas. E ainda consegui completar a minha coleção de CDs. 😉 Adoreeeei os arranjos (e as correções dos erros de prosódia! rs).

Pena que são tão poucas as oportunidades.

O único problema é que embora a animação seja a mesma dos meus 17 anos, o corpo não é o mesmo. Vou me “lembrar” dos pulos que dei durante alguns dias ainda…

***

Só senti falta de Tainted Love na versão deles. A-DO-RO. 🙂

***

Não guarde mágoa de mim / Também não me esqueça
Talvez não saiba amar / Nem mesmo te mereça
Como as ondas do mar / Sempre vão e vem
Nossos beijos de adeus / Na estação de trem
Um gosto de lágrima no rosto / Palavras murmuradas
Que eu quase nem ouço / Que eu quase nem ouço…

Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Em algum lugar
Ainda estamos juntos
Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Prá sempre, prá sempre
Ficaremos juntos…

Não tenha medo de mim / Não importa o que aconteça
Não me tire da sua vida / Nem desapareça
Como as ondas do mar / Sempre vão e vem
Nossos beijos de adeus / Na estação de trem
Um gosto de lágrima no rosto / Palavras murmuradas
Que eu quase nem ouço / Que eu quase nem ouço…

Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Em algum lugar
Ainda estamos juntos
Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Prá sempre, prá sempre
Ficaremos juntos
Juntos…

(Em algum lugar no tempo – Biquini Cavadão)

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Quando vem a madrugada, meu pensamento vagueia
Corro os dedos na viola, contemplando a lua cheia
Apesar de tudo existe, uma fonte de água pura
Quem beber daquela água não terá mais amargura

Desilusão, desilusão
Danço eu dança você
Na dança da solidão

Cantado por Beth Carvalho, na primeira vez em que eu a vi cantando ao vivo.

*

Canta, canta minha gente
Deixa a tristeza pra lá
Canta forte, canta alto
Que a vida vai melhorar

Cantado alto e forte por Leci Brandão (e eu), ontem à noite.

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Faltam (só) 9 dias!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Les bateaux sont partis, ce soir la mer est belle
La vague vient vers moi comme un serpent riant
De grands oiseaux plânant autour de moi m’appellent
Dans le vent qui se lève, c’est ta voix que j’entends
C’est ta voix que j’entends

La vague vient rouler à mes pieds sur le sable
La trace des mes pas s’efface peu à peu
Ma tristesse aujourd’hui est inimaginable
Avec cet ocean qui bouge entre nous deux
Qui bouge entre nous deux

Les bateaux sont partis, ce soir la mer est calme
Le vent qui vient des îles exhale doucement
Une plainte de harpe en jouant dans les palmes
Je regarde la mer et c’est toi que j’entends
Et c’est toi que j’entends

J’attends que le soleil tout à coup apparaisse
Que son premier rayon vienne effleurer ma peau
L’heure d’enchantement, l’heure de la détresse
Et c’est toi que j’attends qui va sortir des eaux
Qui va sortir des eaux
Toi que j’attends qui va sortir des eaux.

Les bateaux sont partis
Paroles: Bernard Dimey. Musique: Charles Aznavour
1983© Barclay
______________________________________
Sei que não apareço aqui há séculos. Não é por falta de vontade, é só falta de tempo, muito trabalho, pouco a dizer. Estou numa fase “quero sossego depois do trabalho”. rs
*
Mas eu volto, eu sempre acabo voltando.
*
Mandei fazer uma logomarca, em breve vou mudar a cara do blog, para incorporá-la. Assim que ela ficar pronta. 🙂
*
Eu volto, eu volto. Prometo que demoro menos desta vez.

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Império Serrano no Rival

Não vou me meter a fazer o que os outros fazem melhor do que eu. Para impressões por escrito de o que foi o Ensaio-Show do Império no Rival, leia aqui, aqui e aqui.

Minha singela contribuição vem nessas cento e poucas fotos (cuidadosamente escolhidas de um total de 270 – e não mais porque a bateria da câmera acabou…) que vocês podem ver clicando no ícone do álbum* abaixo.

Império Serrano no Rival 2008

Um pequeno adendo para um momento não registrado pela falta de bateria. Vocês não imaginam como é difícil, algumas vezes, esconder meu lado tiete. Eu passei a infância cantando as músicas do cara, sabia todas as letras e laialaiás e lelelês e lonlonlons. Eu sabia até tocar algumas canções (sim, num passado muuuuuito distante eu toquei violão. Nenhum talento, confesso.). Aí vinte e tantos anos (nem tantos) depois eu acabo a noite cantando samba na calçada e comendo o arroz de brócolis do cara? Afe!! Haja coração! rs

*Por favor, não publiquem as fotos sem minha autorização. Deixem o pedido nos comentários ou escrevam para flasrocha@gmail.com. Obrigada e divirtam-se!

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>> O melhor espetáculo de 2007 <<

Não é exagero. Sei que muita água pode rolar debaixo da ponte até o fim do ano, mas vai ser difícil alguma coisa melhor passar por mim. Tá, eu já sabia que havia uma chance muito grande de eu gostar. Adoro marchinhas, adoro musicais, adoro o Pepê e o Alfredo, adoro a Soraya e o Dusek é engraçadíssimo.

Mas eu podia me decepcionar, não podia? Pepê e Alfredo não são atores, né? Ou não eram, pelo menos. Dusek poderia estar over. O cenário poderia ser uma merda. As marchinhas poderiam não fazer sentido nenhum no contexto.

Mas, porém, contudo, todavia, no entanto, nada decepciona. N-A-D-A. O cenário é lindo, o figurino é lindo, os músicos são maravilhosos. O espetáculo é alegre pacas, todo mundo sai feliz, animado. As marchinhas foram muito bem escolhidas e muito bem contextualizadas. Meus amigos cantores estão ótimos como atores. A Soraya é um show, o Dusek é engraçadíssimo. Não tem como esquecer o Lourival, e nem o Pepê imitando o Hitler!

São duas horas de show. E a gente nem sente. Quando acaba, dá vontade de começar tudo de novo. Dá vontade de sair jogando confete pro alto. Não foi à toa que os ingressos se esgotaram um mês antes.

Mas, sem pânico. O sucesso foi tanto que eles voltam no final de abril, desta vez para o teatro João Caetano. É claro que eu vou de novo! Vou levar meu pai. Vou levar minha avó. Levo até o cachorro se deixarem, só pra ir de novo.

Ah, sim, e no segundo semestre eles vão pra São Paulo. NÃO PERCAM!!!

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Renato Russo não morreu

Sim, foram muitas horas de teatro na veia neste final de semana.
Felizmente, muitas horas de teatro bom.

A peça sobre o Renato Russo foi uma boa surpresa. Sinceramente, eu não esperava nada. Ou esperava alguma coisa como a sobre o Torquato Neto.

Mas foi muito bom. O cenário é muito bem resolvido, o texto tem soluções ótimas, e o Bruce Gomlevsky faz a gente acreditar por muitas vezes que é o próprio Renato quem está ali.

Ah sim, e pra mim, uma alegria: só duas músicas da fase corta-pulso! Ainda bem, porque senão eu sairia de lá bem deprimida. E dançar a noite toda no Kalesa no aniversário da amiga Claudinha deprimida, não seria nada bom!

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Dori Caymmi e Paulo Cesar Pinheiro no Rival


Como seria um show do Dori com a Rô Rô, hein? Afe! rs

Frase (mais leve) da noite: “computador é um paulista machucado” (Dori Caymmi). Sacou?

**********

Saudade
Daquele romance que a gente viveu.
Saudade do instante, em que eu te encontrei.
Saudade, do imenso desejo que a gente perdeu.
Eu tenho é muita saudade,
Do tempo que amei

Saudade, da força que tinha o meus olhos nos teus
Eu vivo a mercê das lembraças,
Depois desse adeus.

A gente não deve,
Sofrer por amor tanto assim.
Porem, todo amor mesmo breve,
Eu guardo bem dentro de mim.

Saudade, de cada momento que eu lembro de cor.
Só sabe de amor e de saudade,
Quem já ficou só.

Saudade, eu tenho saudade.
Mas não de contigo voltar.
Eu vivo sentindo saudade,
De amar

(Saudade de amar)

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Se liga no meu carnaval!

Finalmente o carnaval começou em mim. Depois do medo de ir tudo joelho abaixo, tomei coragem, gastei uns reais, e munida de joelheiras enfrentei o primeiro test drive.

Não poderia ter sido em melhor ocasião: a comemoração dos 60 anos do Império Serrano no Teatro Rival, antecipando o carnaval.

Primeiro, encontrar pessoas conhecidas e fazer novos “amigos” é sempre muito bom. Depois, um sambinha de ótima qualidade é melhor ainda.

Eu não fazia a menor idéia de como seria esse show. Pra falar a verdade, eu acho esses “shows” de escola de samba meio esquisitos. Mas, como ir aos eventos do Império é sempre muito bom, não esperava nada ruim. E fiquei emocionadíssima.

Primeiro, um vídeo preparado pela Rachel Valença, com imagens raríssimas. Engraçado que ele fez com que eu me lembrasse arazão pela qual aos 9 anos de idade eu queria ser porta-bandeira do Império! Além da evidente afinidade e proximidade com Madureira e de passar na frente da quadra muitas vezes por semana, tinah ainda o “tio” Calixto, vizinho do 604, pai da primeira amiguinha que eu tive no prédio da Vila da Penha. Uma vez meu pai me disse que ele era muito importante no Império, era o cara que havia levado os pratos para a bateria de escola de samba. Eu achava aquilo o máximo: ele sabia meu nome!

Depois do vídeo, a pequena “Mestre de Cerimônias”, mostrando que o Império soube aproveitar o enredo da melhor forma possível, e levou boa parte do Rival às lágrimas. Aí emendou no Jongo (aquele batuque me hipnotiza – alguém precisa me levar a um terreiro com urgência, isso deve ter alguma explicação!), depois a Velha Guarda e finalmente a bateria.

Não dá pra descrever. Só estando lá pra saber.

A sorte é que na quarta que vem tem de novo, e aí você que não foi pode ir e descobrir como é.

Coloquei mais fotos lá no FLICKr, pra dar água na boca!

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Único

Ele pode até usar uma roupa feia pacas.

Ele pode desafinar (dizem que ele desafina, eu não concordo!).

A voz pode falhar.

Quem faz as músicas que ele faz não precisa de firulas.

O melhor momento do show: Chico e Wilson das Neves!

Eu queria ir de novo!

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HOJE TEEEMMM!!!




















Sonhei que o fogo gelou
Sonhei que a neve fervia
Sonhei que ela corava
Quando me via
Sonhei que ao meio-dia
Havia intenso luar
E o povo se embevecia
Se empetecava João
Se emperiquitava Maria
Doentes do coração
Dançavam na enfermaria
E a beleza não fenecia

Belo e sereno era o som
Que lá no morro se ouvia
Eu sei que o sonho era bom
Porque ela sorria
Até quando chovia
Guris inertes no chão
Falavam de astronomia
E me jurava o diabo
Que Deus existia
De mão em mão o ladrão
Relógios distribuía
E a policía já não batia

De noite raiava o sol
Que todo mundo aplaudia
Maconha só se comprava
Na tabacaria
Drogas na drogaria
Um passarinho espanhol
Cantava esta melodia
E com sotaque esta letra
De sua autoria
Sonhei que o fogo gelou
Sonhei que a neve fervia
E por sonhar o impossível, ai
Sonhei que tu me querias

Soñé que el fuego heló
Soñé que la nieve ardía
Y por soñar lo imposible, ay, ay
Soñé que tú me querías

(Outros sonhos – Chico)

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