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Posts Tagged ‘Cinema’

Silver tape neles!

queime-depois-de-ler-poster01Ontem fomos ver o novo filme dos Irmãos Coen, Queime Depois de Ler. Nossa melhor opção de horário era no Cinemark do Botafogo ‘Escada’ Shopping. E lá fomos nós, torcendo para que o Exército dos Sem Noção estivesse vendo 007 ou Colegiais em Apuros, ou algo do gênero (obs.: eu também adoro 007!).

Mas que nada! Eles estavam lá, e todos na nossa fila. Veja bem, não é todo mundo que gosta de humor sarcástico, simplesmente porque não é todo mundo que entende. Precisa de mais do que dois neurônios pra isso. Mas tudo bem, ninguém tem obrigação de gostar do filme que foi ver, né?

Agora, educação dentro de uma sala de cinema todo mundo deveria ter. Ai que saudade dos lanterninhas. O casal á minha esquerda não só comentava o filme, como repetia o que estava escrito nas legendas e mais: davam, ordem às personagens. E tudo isso no volume 8. O casal à direita parecia estar numa sala de aula de inglês: a cada nova palavra, os dois repetiam. Segundo MM, que olhou várias vezes para eles (eu fiquei contando até cem pra não me estressar), a cada palavra que a mocinha falava, o mocinho olhava pra ela como se ela tivesse falado a coisa mais genial do universo. E aí repetia também. Típica aula de cursinho de inglês.

Pra completar, faltou luz no terço final do filme. Felizmente, a interrupção durou apenas uns cinco minutos.

Fica aqui a sugestão para que os lanterninhas voltem, e munidos de rolos gigantes de silver tape, para garantir a tranqüilidade dos que querem assistir o filme.

E sim, o filme é muito bom!

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Post velho pacas

Os meses foram passando e o tempo de postar foi diminuindo, muito porque fiquei longe de computador/interner a maior parte do tempo. Aí as coisas foram ficando velhas, mais do que comentadas por aí, e eu nem vou falar mais, mas algumas coisas eu resolvi postar de qualquer jeito.

***************
Uma delas é sobre o meu novo filme preferido. Porque os meses passaram e eu ainda continuo cheia de pontos de exclamação quando falo dele.

Você viu Estômago (de Marcos Jorge)?? Não? Então dá um jeito de ver!

É uma fábula deliciosa, com personagens muuuuuito bem interpretados, e o mais legal é que fala de comida o tempo todo! Tá, fala de como o poder pode ser conseguido de formas muito sutis, o que é uma sacada e tanto. E o final é sensacional. Mas não tem como não ficar encantada com o Raimundo Nonato (João Miguel, em atuação impecável) explicando o que é o queijo gorgonzola.

O filme é baseado no conto “Presos pelo estômago”, do roteirista Lusa Silvestre. Eles tiveram que inventar toda aquela primeira parte, antes de ele chegar à prisão, porque o conto sozinho não sustentaria um longa inteiro.

O site do filme é riquíssimo em informações e também dá pra ver o trailer.

Uma das coisas bem legais é que na estréia vários “chefs virtuais”, convidados que têm blogs sobre gastronomia, tiveram como tarefa criar receitas que tivessem a ver com o clima do filme. Essas, e mais as receitas que foram feitas no longa, foram transformadas em livro, que pode ser baixado no site, ou clicando aqui. Isn’t that cool?

:-))

Logo volto com mais coisas velhas e atrasadas.

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*Ansiedade*

 

No Globo de hoje: 

‘Ensaio sobre a Cegueira’: melhor filme de abertura para Cannes impossível

Apesar das pouquíssimas palmas que recebeu, “Ensaio sobre a cegueira”, de Fernando Meirelles, que acaba de ser exibido no 61º Festival de Cannes, está sendo tratado pela imprensa estrangeira como “o melhor filme de abertura da mostra nos últimos cinco anos.

A produção baseada no romance homônimo do escritor português José Saramago tem seqüências arrepiantes que não deixam a desejar perto de qualquer clássico de ficção científica apocalíptica. Há outros trechos que beiram a pura poesia.

Para ler mais, clique AQUI.

Para ler o que Fernando Meirelles escreveu durante as filmagens, veja o blog Blindness.

E veja o trailer, claro!!

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Garçonete

Por aqui é sempre um parto decidir que filme vamos ver. Ou porque nós dois achamos que só tem filme ruim, ou porque eu quero ver uma coisa leve leve muito leve e ele quer ver o que de mais denso estiver passando. O meu lado mulherzinha (sim, às vezes eu me lembro que sou XX) não acha que filme denso combine muito com as noites em que saímos juntos, sozinhos, cinema e jantar, vinhozinho, essas coisas essenciais pra não permitir que o romance acabe por completo. Meu lado mulherzinha acha que isso quebra o clima. É claro que acabamos vendo filmes densos. Nosso primeiro cinema, sem querer, foi um filme sobre Hitler.

Tudo isso pra dizer que na sexta, por eliminação e por voto decisivo meu, acabamos indo ver o filme mais fofo que eu vi este ano no cinema. Está longe de ser uma obra-prima, está longe de ser uma preciosidade cinematográfica. É fofo. E isso já é o bastante.

Alguns têm comparado Garçonete a Pequena Miss Sunshine, e os críticos têm lá seus argumentos. Eu não concordo e não vou entrar no mérito da questão. Deixo isso pra eles.
Também meteram o pau na Keri Russell, mas até aí, todo mundo sempre mete o pau nas interpretações dela, desde Felicity. Era uma série bobinha, daquelas que nenhum XY típico aguentaria ver, e acho que por isso sempre acharam a moça a criatura mais sem graça do mundo. Felicity era sem graça, não a atriz. Ela até ganhou um Globo de Ouro por isso, quatro meses depois da estréia da série. Mas isso é outra história.

O fato é que Garçonete é fofo, daqueles filmes que eu queria ver de novo e de novo e de novo, que nem criança de 3 anos vendo Teletubbies. E que dá vontade de fazer tortas e achar que enquanto eu cozinho, ele estará lá se lambuzando e me beijando a nuca. A gente passa a achar que é uma pessoa forte. Dá vontade de ter uma filha e de cantar Baby don’t you cry pra ela. Parece que sempre dá pra consertar as besteiras que a gente faz, que temos direito a um fresh start. E que sempre há tempo de escolher o caminho certo a seguir.

Sim, ando com os hormônios meio descompensados.

Adrienne Shelly escreveu o roteiro de Garçonete enquanto estava grávida de sua filha, Sophie. Este foi seu último filme: ela foi assassinada aos 40 anos em novembro de 2006.

Baby don’t you cry
Gonna make a pie
Gonna make a pie with a heart in the middle
Baby don’t be blue
Gonna make for you
Gonna make a pie with a heart in the middle.
Gonna be a pie from heaven above
Gonna be filled with strawberry love
Baby don’t you cry
Gonna make a pie
And hold you forever in the middle of my heart.
(Quincy Coleman)

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Vapt-vupt

1. Ontem, por obra das lotações esgotadas do Festival do Rio, acabamos vendo o que deveria ser um documentário sobre Fado. Gostei mais do que eu imaginava, mas pra mim não entra na categoria “filme”. Parecia mais um DVD de show, daqueles que gosto de ver enquanto faço outras três coisas. A legendagem eletrônica era a pior possível, a ponto de caatinga, o bioma, virar catinga, o fedor. Mas tinha Caetano Veloso e Chico Buarque, e eu gostei muito de uma cantora portuguesa chamada Mariza, que, acabei de descobrir, foi nomeada para o Grammy Latino deste ano. Apesar de tudo, foi gostoso de assistir, e engraçado ver a empolgação das velhinhas (mais de 80% da platéia) batendo palmas efusivamente quando acabou.

2. Para quem, como eu, não aguenta mais esperar pra ver nas telas a adaptação de Ensaio sobre a cegueira, o diretor Fernando Meirelles tem mantido um blog com as atualizações das filmagens. A equipe chegou a São Paulo por estes dias. Clique aqui e diminua [ou não] a ansiedade.

3. Por que eu não aprendo que se eu passar a madrugada assistindo filme de “medo” eu não vou conseguir dormir direito depois?

4. Continuo arrecadando chapinhas desesperadamente. Para doações, entre em contato.

5. As coisas que eu cortei na semana passada eu até já costurei, mas tá tudo ainda meio não acabado. Amanhã acabo.

6. Estou colocando, lentamente, algumas fotos novas lá no Flickr. Se tiver paciência, passa lá.

7. Comprei o DVD duplo com os melhores momentos do TV Pirata. Estou louca pra rever. Barboooosa!

8. Será que eu vou ter alta?

9. BTW, esta semana volto a trabalhar. Prefiro não comentar.

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Pergunta se eu tô ansiosa!

Confirmados: Julianne Moore (a mulher do médico?), Danny Glover (o velho da venda? Na minha opinião, a escolha perfeita), Gael García Bernal (o médico? Novinho demais pra isso, eu acho) e Alice Braga (a rapariga dos óculos escuros? Boa escolha).
Esse é um aperitivo do elenco de Cegueira (Blindness), a adaptação do livro do Saramago que será dirigida por Fernando Meireles (de Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel).
As filmagens começam em setembro. Dá pra fazer rapidinho, por favor?

Mais detalhes aqui.

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Filmes do feriado

007 – Cassino Royale

Filminho sessão da tarde. Sempre gosto de 007, mas não tem como negar que os últimos têm sido beeeem fraquinhos…

Medo e obsessão

Sinceramente, onde está o Wim Wenders de Asas do Desejo e Paris, Texas?
Uma grande decepção…


A grande ilusão

Completamente diferente do que eu imaginava. Muito bom, embora eu esperasse um pouco mais.

O inventor de ilusões

Filme fofo do Soderbergh, pra compensar Bubble (ergh!).

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