* Vou ter que ver o Dawkins no telão. Claro que fiquei P da vida. Sabe por que vou ver o Dawkins no telão? Porque tooooodo ano a venda de ingressos pra FLIP é uma bosta. Porque eu fico horas tentando comprar e não consigo. Porque eu não posso deixar de trabalhar pra ficar na fila na Barra da Tijuca pra ter alguma chance. Porque eu não posso chegar em Parary dois dias antes pra conseguir comprar. O que me irrita é que eu aposto que metade das pessoas que estarão dentro da Tenda dos Autores vendo o Dawkins nunca leram uma linha sequer do que ele escreveu. Sinceramente, eu não sei porque ainda não desisti da FLIP. Aliás, tinha desistido sim e nem queria ir esse ano. Vou por causa do Dawkins. E não vou conseguir vê-lo como gostaria. Também só de raiva vou ser a primeira na fila dos autógrafos. Humpf.
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* O lançamento foi beeeeeeem legal. Tirei poucas fotos, só levei a compacta digital. E estava meio difícil passar pelo bolo de gente pra chegar perto da mesa dos autógrafos pra fotografar. Aproveitei pra matar a saudade dos amigos.
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* Já faz um mês desde o “quase-assalto” e a paranóia não passa. Será que tem cura? Toda semana acho que vou morrer de taquicardia. E até dentro do táxi eu acho que vou ser assaltada. Já entro fechando todas as portas e vidros. No ônibus não confio nem em velhinhas de muletas e crianças de colo.
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* Precisava de férias agora pra conseguir estudar. O trabalho está me atrapalhando pacas.
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* Hoje teve MM no Sem Censura falando sobre o livro. Vai repetir lá pela meia-noite e meia.



Ontem, no metrô, um rapaz se ofereceu para segurar a minha bolsa. Deixei. Mas fiquei olhando para as mãos dele, como se ele fosse abrir o zíper e roubar a grana que tinha tirado para pagar a terapeuta. Não aguentei: na cinelandia, desci. Esperei outro trem e entrei. :-/
Mas tentaram te assaltar também? Porque antes do assalto eu não tinha nenhuma paranóia. Acho que só terapia salva, porque tô medrosa demais.